Relatos históricos e virtuais:


 
 

 Britzkrieg - 1939 - Evento 14 a 21/3 - Expert Arena


14/3 - Primeiro dia - Front Oriental

Estamos sediados em um field  próximo a Ploesti , nosso objetivo e defender a refinaria e atacar os aeroportos poloneses, destruindo suas instalações de radar e comunicação.

As 9:55 hrs. , nos reunimos no hangar para um breve Briefing , onde distribuímos os alvos, éramos apenas 5 pilotos no momento, como as coisas estão andando rápido de mais, o Alto Comando , ainda não nós enviou todo o equipamento e pessoal necessário para operar... até lá teremos que nós virar com o que tínhamos.

Éramos :
Feroz- Vf-1 Falcões    
Seaman Vf-1 Falcões
Brasil- Vf-1 Falcões
Luarth  Esq. 1º/4º - Pacau
Kille-  1º - BFS

Apesar do alvo estar em território polonês fortemente defendido, e não termos certeza se tudo correria bem , não senti medo no ar, mas um inquietante silencia, até os pássaros ou o vento estavam quietos.

Chegou o momento , o 1º vôo do dia, com o mapa e o alvo nas mão taxiei meu Bf-109E4 até a cabeceira da pista com todos logo atrás, o vento não estava a mais de 15 nós e no traves, portanto uma decolagem quase tranqüila.

Subi e iniciei um giro para esquerda bem aberto, assim dando espaço e tempo para todos se agruparem, e seguimos para o alvo ganhando altura, sabíamos que o f19 tinha alguns caças para sua defesa, mas conforme informe do CGI , eram obsoletos caças PLZ-2 e 3. Mesmo assim ainda era perigoso, nosso alvo primário era o Radar e o secundário as instalações de radio, o que viesse a mais seria lucro, ou melhor dizendo alvos de oportunidade.

Atravessamos a fronteira polonesa a uns 5.000m e começamos a procurar pôr aviões inimigos ou o nosso alvo, logo que este foi localizado iniciamos a o mergulho, que foi os momentos mais longos da minha vida... o chão não chegava nunca... alinhei com o radar e mandei a bomba, puxei forte para a esquerda, e vi a bomba bater na base do radar, mas este não caiu... praguejei na hora , Seaman foi de encontro a uma bateria antiaérea e não o vi sair do mergulho!!!  Meu estômago doeu na hora, não o tinha visto saltar ou sair do mergulho.

Luarth e Brasil pegaram seus alvos, e o killer derrubou de vez o radar com um golpe certeira, iniciei a Segunda passada praticamente cortando a grama do terreno , a uns 700 km/h , atingi a bateria de 20mm tão pesadamente que seus pedaços atingiram o meu avião, nada serio mas , isto já indicava que era hora de voltar.

Girei sobre f19 e vi que deixamos apenas a antena do radio em pé, mais nada poderíamos fazer, pois já estávamos sem bobas ou munição, voltamos a nossa base o mais baixo e mais rápido possível, assim evitávamos possível missões de interceptação.

Logo que chegamos na base reportei a baixa ao Alto Comando , e estes nos responderam que  o piloto abatido fora resgatado pôr tropas de terra , que estão sitiando a base polonesa, menos mau , seria duro Ter que escrever a família do piloto explicando que este teria morrido pela pátria, nestas horas sempre me fogem as palavras.

Eram 10:30hrs quando as sirenes do campo soaram, estávamos terminando de reabastecer os aviões que já haviam sido rearmados, quase cai da asa tentando pular na cabine, mau liguei os motores a torre informara que havia aviões inimigos sobre o campo.

Decolei e me mantive rasante até Ter velocidade para uma subida mais ingrime, o Luarth esta grudado em minha asas direita, não vira o Brasil ainda, mas estava lá rolando pela pista e o Killer por problemas mecânicos ficou no solo.

Olhei para traz quando iniciei a subida e vi a sombra de um pequeno avião com motor radial e asas curtas caindo sobre nós..... gritei break Luarth  e fiz um tourneaux aberto deixando o pequeno avião polonês passar pelo lado esquerdo, zunindo atrás do Luarth, que inicio um mergulho raso e uma longa curva para a esquerda em direção a Ploesti.

Foram momento agonizantes, estávamos carregados, pesados e mal conseguíamos acelerar e aquele bandido polonês aproveitou o máximo disto, estava a d12 do Luarth e a d9 do caça polonês, comecei a acelerar e em mergulho raso comecei a tirar a distancia.

Só nivelava as asas para fugir de algum obstáculo no chão e ainda na curva pude chegar a d4 do polonês que estava a uns d5 do Luarth ... era uma corrida contra o tempo, Luarth não tinha visão do six e falou no radio... deixei o cara para trás vou voltar, nossa gritei no radio 6666666666 , e ele iniciou uma seqüência rápida de "S" , que me fez grudar no polonês, disparei a queima roupa tirando o leme e um aileron dele, que deve Ter acordado na hora e tentou sair do engage com uma curva para a direita, mandei alguns tiros com o canhão na convergência máxima e explodi sua cabine... tivemos sorte que os destroços dele não caíram bem no centro da refinaria.

Olhei sobre os ombro direito e vi uma sombra muito perto, com um movimento involuntário fiz o tourneaux mais aberto e mais rápido da minha vida, mas era o Brasil que já estava em formação comigo e iniciou o RTB , todos descemos na base inteiros, pôr sorte o caça polonês estava sozinho, possivelmente fazendo um reconhecimento aéreo e não quis perder uma boa chance de nós pegar. Com isto foi o fim do segundo vôo do dia.

Já rearmados e reabastecidos seguimos para f17, onde alguns bombardeiros da RAF fizeram um estrago considerável, sem o radar da região e com a ponte destruída, o campo ficou isolado e tivemos que efetuar um CAP sobre ele, chegamos lá e vimos um "dot" baixo e rápido, acho que todos nós mergulhamos ao mesmo tempo, o "dot" percebeu nossa presença e tratou de ficar em posição defensiva, mas quando chegamos a distancia de disparo vimos que era um Bf-109E4 da base de F2 e gritei no radio "- Não atirem é dos nossos" o solitário 109 tinha vindo de f2 pelo mesmo motivo CAP.

O piloto, -briar- alegou que já estava com combustível baixo e como estávamos a 6.000m começamos a descer para F17 , em uma longa e demorada curva em espiral descendente, mas apenas 25% de potência até que foi uma descida agradável, mas sempre de olho no six , pois não saibamos se ainda havia algum inimigo no setor... Mal descemos e já havia confirmação no radio que alguns Halifax e Bleinhens da RAF atingiram a refinaria de Ploesti, já era noite e não poderíamos fazer mais nada, só espero que não tenham destruído os postos de combustível da base de f16 e a reserva de combustível de Ploesti, ou ficaremos no chão amanhã.
 
 

15/03 - Segundo dia no Front

O grupo recebeu um pequeno reforço hoje , não era o número de pilotos desejados, mas eram os melhores que tinhamos ontem. Nossa missão hoje era contra as forças da RAF , o Camando Aereo de Gibraltar, nossa base era muito proxima do front, o que nós deixava com um pouco mais de combustível para lutar.

Eramos:
 
Fakino ( CO ) Vf-1 Falcões    
Feroz-  Vf-1 Falcões
Hawker Vf-1 Falcões
Brasil- Vf-1 Falcões
-Kuru-  Esq. 1º/4º - Pacau
Kille-  1º - BFS
-Fuzi- 1º/1º GAvCa - Jambock

O ataque foi brifado as pressas no hangar e quando terminou todos correram para seus caças, decolamos em 7 Bf-109E4 novinhos, e rumamos para o field 24 , cada um pegou seus alvos, o meu era a bateria anti-aérea de 20mm e a de .50pol no fuel.

Chegamos no field 24 e circulamos o nosso alvo, um a um fomos mergulhando e acertando os alvos em cheio, mas na hora que eu estava recuperando do segundo mergulho vi alguns aviões vindos do alto, eram dois Spitfires , possivelmente Mk 1 , e começaram a nós perseguir, largei minha bomba de 250kg na pista da base assim impedindo que a usassem para reabastecer e decolarem denovo.

Começei a efetuar uma curva bem fechada e rapida e cai no six do segundo Spitfire, atirei a d 0.9 e lhe arranquei os flaps e um aileron, ele girou rapido e saiu da minha linha de tiro, eu estava muito embalado e então comoeçei a perseguir o lider, ele grudou no six do killer e começou a descarregar suas 8 mg´s de .303 pol , eu ia começar a tirar quando perdi o leme e um aileron , pensei " nossa o outro Spit " , girei rapido e vi o -Fuzi- , de alguma forma o outro Spit tentou voltar ao curso e me seguir e como o -Fuzi- começou a persegui-lo, acabei levando algumas balas perdidas, fiz um turneaux bem fechado e voltei a perseguir o lider, que acabava de atingir seriamente o 109 do kille- que começou a fumar, eu ia atirar quando o Spitfire a d 2 simplesmente explodiu, e um Bf-109E surgiu repetinamente no meu nariz, dei um leve toque no manche e me desviei.

Vi o kille- saltar  sobre os morros ao Norte de f24, ali possivélmente ja devia existir alguma das nossas tropas esperando a hora de invadir o aeroporto, mas não é uma certeza, o nosso Ju-52 pilotado pelo Lzkng+ ainda estava longe e ainda poderia ser derrubado, voltei a tona de meus pensamentos quando o -Fuzi- gritou que o outro Spit estava em chamas.

Agora tinhamos um 109 a menos e todos sem munição e combustivél, iniciamos o RTB para o nosso field o mais rapido possivel, mas no meio do caminho perdemos o -Fuzi- por pane seca, ele efetuou um pouco de emergência na praia ao N da linha de f24, assim estavamos com menos 2 109´s agora.

Mau chegamos a nossa base, fomos recebidos a tiros esporadicos, pensei o nosso pessoal deve estar atirando na gente por engano, mas a duvida logo acabou quando vi uma frota inglesa no horizonte, tratamos de mergulhar para a pista o mais rapido possivel, acho que o processo de rebastecimento e rearmar as metralhadoras, nunca foi tão rapido.

Com a pressa e o medo de ser surprendito ainda na pista por algum caça naval inglês subi correndo pela pista de taxi mesmo, passando para desespero do pessoal da torre de controle a meros 2m da mesma, girei seco e brusco para a o Sul, e esperei o resto do pessoal reagrupar, nenhum caça apareceu no ar neste momento e quando chegamos a f24 vimos o Ju-52 do Lzkng+ descarregando suas tropas eseciais no lado da torre, pensei beleza agora o aeroporto é nosso, mas com a ameaça de sermos pegos no solo optamos por voltar a nossa base, pelo menos as chances do Kille e do -Fuzi- de serem resgatados havia melhorado 100%.

Chegamos na base, cançados e nem entrei no hangar, nosso comandante ja tinha ordens para atacamos o Sul da França, em um longo e arriscado vôo , nosso alvo eram as fabricas ao Oeste de F5, um aeroporto grande e muito bem defendido, possivelmente teriamos que enfrentar os Dewoltaine D520 franceses , uma especie de Hurricane inglês melhorado.

Subimos o mais rapido possivel a 4.000m em 4 Bf-109´s e um Bf-110C, pois o 109e do ten. Brasil havia sido avariado, e não poderia ser concertado para a missão, isto tornou o vôo mais tenso, ja que teriamos que ir na mesma balada do Bf-110 bem mais lento.

Chegamos no field 5 e circulamos o nosso alvo, a procura de algum caça em CAP, mas não vimos nada até aquele momento, mergulhei sobre um dos predios principais e largei a "encomenda" quase que pela chaminê a dentro, recuperando do mergulho brusco vi os escombros do predio principal subirem aos ares. Foi ai que notei que depois do mergulho do Hawker e do Brasil , algo os acompanhous bem baixo e rapido, pensei são os caças franceses, e cai na real quando o ten. Hawker deu o alarme.

Começou assim uma luta entre nos e 4 caças franceses, o hawker em movimentos rapido e sucessivos "S" deixou 2 dos 4 caças perdidos, no qual eu atirei, mas apenas os espantei , me concentrei no que estava mais proximo ao Hawker e começei a mandar rajadas curtas, estavamos a quase 320º de uma longa curva em rasante e a uns 530 km/h , atingi o tanque de combustivel do D520 e este explodiu ao mesmo tempo que o motor do hawker parou.... pensei.. agora vamos todos nós dar mau,  sai da fumaça e dei de cara com um D520 em HO , ele tentou desviar brusco, mas joguei meu 109 na frente dele e a bala explodi seus flaps e acho que o radiador de oléo, pois ele saiu fumando... tão baixo e rapido como estava não era possivél ver onde estavam o Kuru, brasil ou tão pouco o Fakino, mas este me avisou que eu estava clear, iniciei uma subida leve e ai consegui ver o ten. Kuru ser derrubado pelas baterias anti-aéreas e o ten Brasil pouando de barriga perto dos morros que dão com a fronteira da Suiça, se ele teve sorte conseguiu descer em zona neutra.

Sem balas nas armas e sem combustivel para pousar optei por tomar a rota de F10 na Austria , o fakino ia para o mesmo field, mas pelo que intendi estava na mesma situação que a minha só que a varios kilometros na minha frente, para não correr o risco de ser seguido baixei o nariz e a uns 15m do chão corri para o field, cheguei a ele com o motor falhando sem combustivel, e consegui pousar planando.

Neste segundo dia de batalha as coisas foram muito boas por um lado mas pessimas por outro, ainda estamos sem noticias do Seaman , o kille e fuzi foram resgatados em f24 , mas não sabemos quando voltam, hawker e brasil estão correndo dos franceses no chão, possivelmente estão na fronteira , e eu e fakino ainda aqui na Aústria esperando pelas ordens de amanhã, reso para que o dia seja mais calmo do que este segundo dia no front.

2º Lt - Feroz
XO -VF1 Falcões
 

 

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